A MELHOR INFORMAÇÃO

sábado, 24 de junho de 2017

LIDERANÇAS DO MOVIMENTO 756 SE REÚNEM NA CÂMARA MUNICIPAL.

Neste dia 24 iniciou na Câmara Municipal do Município de Novo Progresso a reunião das lideranças do movimento 756, nesta reunião já se planeja as próximas etapas das ações pela redefinição da medida provisória da Floresta Jamanxim.







segunda-feira, 12 de junho de 2017

COOPERATIVA COM ATIVIDADE EM NOVO PROGRESSO RECEBE INCENTIVO DE R$ 18 MILHÕES DO GOVERNO DO MT.

Governo investe R$ 18 milhões em cooperativa de produção de leite de MT

O desenvolvimento de uma das maiores bacias leiteiras de Mato Grosso tem relação direta com os investimentos realizados pelo Governo do Estado, por meio do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic), da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). A iniciativa direcionou R$ 18 milhões para a Cooperativa Agropecuária Mista Terranova Ltda, a Coopernova, dos quais R$ 12 milhões já foram aplicados.

Estes investimentos foram constatados pelo governador do Estado, Pedro Taques, em visita realizada na manhã desta sexta-feira ao prédio da cooperativa, localizado no município de Terra Nova Norte (670 km de Cuiabá).

Taques e a comitiva, formada pelo prefeito de Terra Nova, Valter Kuhn, e deputados e secretários, foram recebidos pelo presidente da Coopernova, Daniel Robson Silva. Ele mostrou o funcionamento do complexo e apresentou dados sobre a produção da cooperativa, que atende também os pequenos produtores de Colíder. “Hoje, temos uma capacidade projetada para produzir 50 toneladas por dia de leite em pó, que é nosso carro-chefe, e 30 toneladas por dia de soro em pó e de leite condensado. Aqui, produzimos diversos derivados como iogurte e variados tipos de queijos”, informou.

O presidente da Coopernova destacou, ainda, a indústria de beneficiamento de frutas (polpa de fruta), fábrica de rações e suplementos minerais, outro produto que encontra mercado pelo estado afora. “Temos uma das melhores fábricas de laticínios do Brasil, e o trabalho que desenvolvemos aqui é um exemplo de boa gestão, beneficiamos muitas famílias que dependem da cooperativa para poder vender seu produto e, a partir de setembro deste ano, poderemos exportar nossa produção tanto para o mercado interno como para o exterior”.

Daniel Robson Silva ressaltou que o Prodeic é uma das melhores alternativas dadas pelo Governo do Estado para fomentar o desenvolvimento de atividades como a executada por eles, e propicia o melhoramento e aperfeiçoamento das técnicas de trabalho, além do incremento do parque industrial.

O secretário de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários, Suelme Fernandes, falou sobre o compromisso do governador com a agricultura familiar. “Nosso Governo acredita no pequeno produtor, prova disso é o programa Pró-Leite que, dentre diversas ações, já promoveu a entrega, num intervalo de dois anos, de mais de 200 resfriadores de leite”.

O deputado estadual Pedro Satélite lembrou que há 30 anos a produção e o transporte do leite eram feitos de forma quase artesanal, o que sofreu uma grande transformação no Governo de Dante de Oliveira. “Hoje, vemos no governador Pedro Taques o mesmo empenho de Dante, dois governadores que buscam dar melhores condições de vida para os mato-grossenses, e a cooperativa, que só alcança resultados porque recebe atenção especial da atual gestão, e garante a manutenção de muitos pequenos produtores rurais no campo”.

Outro deputado estadual que acompanhou a visita foi o líder do Governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco. O parlamentar salientou que o governador Pedro Taques tem investido na agricultura familiar e que o sucesso da cooperativa é resultado desse trabalho. “Recentemente, a Assembleia aprovou projeto que aumenta o valor dos recursos para a Seaf, para que ela tenha condições de incentivar o pequeno produtor, ajuda-lo, e isso acaba por fomentar toda a cadeia produtiva”.

Dal Bosco classificou a cooperativa como uma referência, que atende produtores de Nova Guarita, Itaúba, Nova Santa Helena, Peixoto de Azevedo, Carlinda, Matupá e Guarantã do Norte. “Esse trabalho agrega valor ao homem do campo”.

Mais Investimentos

O governador Pedro Taques autorizou a construção de uma ponte que vai beneficiar cerca de 190 pequenos produtores rurais de Colíder, que hoje têm que fazer um trajeto de 80 km para entregar a produção na cooperativa. Com a ponte, essa distância passará a ser de 30 km. O investimento será de aproximadamente R$ 300 mil. O pedido foi feito pelo produtor de leite Osvaldino da Silva, de 60 anos. “A construção dessa ponte é um sonho de anos, e que hoje vemos que vai se tornar realidade, nunca antes tínhamos sido atendidos pessoalmente por um governador”.

Pró-Leite

O Programa Pró-Leite leva assistência técnica e o desenvolvimento do trabalho de melhoramento genético aos pequenos produtores de leite. Em 2015, Mato Grosso produziu um volume de 734,08 milhões de litros de leite, o que o coloca como 10º maior produtor de leite do país. A iniciativa busca fomentar a cadeia produtiva e foca na geração de renda para os pequenos produtores.



Por: Agronotícias (Só Noticias com Redação Jornal Folha do Progresso com mudança de titulo)

PREFEITO ENTREGA A PRIMEIRA LICENÇA AMBIENTAL DE MINERAÇÃO EMITIDA PELO MUNICÍPIO

“Primeira licença ambiental de mineração foi entregue pela Prefeitura de Novo Progresso”

O prefeito Ubiraci Soares (PSC) entregou a primeira licença ambiental emitida pela Secretaria de Meio Ambiente para mineração de ouro em Novo Progresso.

A secretaria municipal de meio ambiente expediu a primeira Licença de Operação para lavra e beneficiamento de Minério de Ouro por Lavra garimpeira no município, para a Cooperativa Mista de Exploração Mineral, Agropecuária e Colonizadora de Patrocínio-COOPA, a localização da atividade licenciada fica na comunidade do Carro Velho.

O secretário de Meio Ambiente, Juliano Simionato, ressaltou que o evento é um marco decisivo na história do município e destacou a importância do incentivo por parte do Prefeito Macarrão em apoiar este processo de legalização no município. “Esses licenciamentos vão gerar recursos para o município desenvolver projetos em defesa ao meio ambiente. Nosso objetivo é dar agilidade e fazer com que o requerente seja bem atendido em um curto espaço de tempo. Agradeço especialmente ao Prefeito por ter apoiado e incentivado nosso trabalho, como também nossa equipe formada por profissionais extremamente qualificados, direcionando da melhor forma possível esse processo”, disse.

O prefeito Ubiraci soares (Macarrão -PSC) lembrou que o “dia é histórico” e o licenciamento pelo município é mais um compromisso de campanha realizado. “Conseguimos trazer uma equipe para a Secretaria de Meio Ambiente ética e qualificada para desenvolver um grande trabalho. O município já poderia ter iniciado o licenciamento, mas acreditamos que faltou boa vontade dos gestores. “Nosso município está no caminho do desenvolvimento, as licenças emitidas para a mineração em Novo Progresso vai ajudar a alavancar a economia local” ,argumentou o Prefeito Macarrão.
A empresária e representante da Cooperativa Maria Jandira Rodrigues de Carvalho, recebeu a primeira licença e destacou a agilidade da emissão. “Recebi minha licença em curto espaço de tempo, lembrando que não tive nenhum problema e fui bem atendida com os esclarecimentos necessários pela equipe da Sema”, lembrou.

O secretario de meio ambiente Juliano Simionato disse que esta licença é uma conquista para o município de Novo Progresso, é possível trabalharem na legalidade e a SEMMA-NP está preparada para atender os que buscam a legalização do seu empreendimento. Sabemos que a economia de Novo Progresso gira 70% em torno da extração mineral, além de trabalharem dentro da legalidade, gerará mais emprego e renda para o município.

Segundo o secretário, a Cooperativa terá que cumprir várias condicionantes e considerações como a não degradação do meio ambiente, o menor consumo de insumos e a menor geração e efluentes e resíduos, portanto a menor geração de impactos ambientais.

O licenciamento é necessário para empreendimentos que utilizem recursos ambientais e que possam causar degradação ao meio ambiente, como nas categorias de agricultura, minério, pesca, indústrias, obras civis, empreendimentos de lazer e transporte.


Fonte: Redação Jornal Folha do Progresso

segunda-feira, 5 de junho de 2017

“MUNICÍPIO REALIZOU À ” VII CONFERENCIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL”

O município de Novo Progresso realizou nesta quinta-feira rá dia 01 de junho a VII Conferência Municipal de Assistência Social, na Câmara de Vereadores.

O prefeito de Novo Progresso Ubiraci Soares, o Presidente da Câmara Municipal Nego do Bento, em conjunto com o presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, Sr. Edcarlos Ribeiro e a secretaria de assistência social, Sra. Michelly  Meuchi, consideram a necessidade de avaliar e propor diretrizes para a implementação da Política de Assistência Social no município.

Palavras da Secretaria de Ação social;

Obrigado ao público presente a equipe da assistência social,ao conselho municipal! Estamos todos unidos aqui hoje entidades, comunidade, poder público visando o aprimoramento dos nossos trabalhos e para levar também as nossas necessidades e dificuldades ao conhecimento das autoridades municipais, estaduais e federais, disse Michely Meuchi Secretaria de Ação Social de Novo Progresso..

O Conselho Municipal de Assistência Social agradeceu  a todos que a participaram  da Conferência.


Da Redação Jornal Folha do Progresso (Fotos WhatsApp)

sábado, 3 de junho de 2017

AGAMENOM COMEMORA MP QUE AUTORIZA TITULAÇÃO DE TERRAS

A aprovação, pelo Senado Federal nesta quarta-feira (31), da Medida Provisória 759/2016, transformada no projeto de lei de conversão (PLV) 12/17, que estabelece regras para regularização de terras da União ocupadas na Amazônia Legal, foi comemorada pelo presidente do SIPRUNP-Sindicato dos Produtores Rurais de Novo Progresso Agamenom Menezes.

Segundo o sindicalista, de posse do título das terras, novas oportunidades vão se abrir para os produtores. "Com acesso ao crédito, vão poder investir em sua propriedade, melhorar a sua produção, com mais geração de emprego, renda e receitas ao Estado e ao município. A regularização é a maior política pública que Novo Progresso pode receber", completou.

Projeto aprovado

Pelo projeto de lei de conversão, o Incra fará uma pauta de valores de terra nua com base nos valores da reforma agrária. O preço final a pagar será de 10% a 50% desses valores. Áreas acima de 2,5 mil ha também poderão ser regularizadas parcialmente até esse limite. Na hipótese de pagamento à vista, haverá desconto de 20%, e a quitação poderá ocorrer em até 180 dias da entrega do título. O prazo de pagamento parcelado de 20 anos e a carência de três anos continuam conforme a legislação atual.

Para terras da União fora da Amazônia Legal, a medida permite a venda com dispensa de licitação para ocupantes de terras rurais da União e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), inclusive remanescentes de colonizações oficiais em data anterior a 10 de outubro de 1985.

Por: Édio Rosa - Cultura FM 87,9


Fonte: O Nortão

MOTORISTA COM CAMINHÃO BOIADEIRO DESAPARECEU NA BR 163 ENTRE CASTELO DE SONHOS E MATUPÁ.

O Motorista identificado como Rafael de Miranda que reside em Castelo de Sonhos dirigia um caminhão de boiadeiro modelo 330 fuscão branco placa MKI 1677 engatado com Julieta de cor branca.

Segundo informações o caminhão sumiu ontem 31/05 entre Castelo de Sonhos e Matupá.

Hoje 01/06 completou 24 horas que ele saiu do Distrito de Castelo de Sonhos no pará com o caminhão carregado com 34 bois gordos para a bater em Matupá.

Até o fechamento dessa matéria os familiares não receberam nenhuma notícia do motorista e do caminhão


Por: Rhauan Costa

sexta-feira, 2 de junho de 2017

“BRASILEIRO TRABALHOU ATÉ ESTA QUINTA-FEIRA (1º) SÓ PARA PAGAR IMPOSTOS’, APONTA CDL.

Em 2017, os brasileiros trabalharam até esta quinta-feira (1º) só para pagar impostos. Segundo a estimativa da Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem), mais de 40% do rendimento médio do brasileiro é utilizado para pagamento de impostos e tributos, o que corresponde a 153 dias de trabalho (de 1º de janeiro até hoje).

“É um dos percentuais mais altos do mundo, no patamar de países como Noruega, Dinamarca e Itália, que têm uma carga tributária muito alta, mas a contrapartida do Estado em forma de serviços para a população é muito melhor”, disse o coordenador da campanha Dia da Liberdade de Impostos (DLI) e presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem) do Distrito Federal, Raphael Paganini.

“Não é por falta de dinheiro que os serviços não estão sendo prestados de uma maneira adequada no Brasil”, ressaltou.

Os números representam uma realidade inóspita para o brasileiro, que apesar de ter uma das cargas tributárias mais altas do mundo, os serviços e obras que deveriam retornar para a população, é está muito aquém do que é necessário.


Com informações da EBC


HENDERSON: “GOVERNO DO ESTADO NÃO TEM SIDO PARCEIRO DE SANTARÉM”

Vereador Henderson Pinto rebate críticas feitas por Olavo das Neves, titular da CODEC.

O vereador Henderson Pinto (DEM), líder do governo municipal na Câmara, recebeu nossa equipe de reportagem em seu gabinete e nos concedeu entrevista exclusiva, onde o assunto em pauta foi a publicação de um vídeo nas redes sociais do titular da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (CODEC), o empresário das Olavo das Neves, onde fala, em tom de desabafo, da inércia dos políticos de Santarém, que não se interessam por seu desenvolvimento. Veja a entrevista na íntegra:

Jornal O Impacto: Vereador, qual o seu ponto de vista em relação ao desabafo do empresário Olavo das Neves?

Henderson Pinto: Primeiramente, quero dizer à população santarena, que na realidade foi um vídeo gravado nas redes sociais por Olavo das Neves, por quem nós temos uma estima, o conhecemos e temos uma consideração por ele. Porém, em parte de suas palavras, eu penso que foram ditas em um momento que não caberia, porque em primeiro lugar essa visão que se tem lá fora de Santarém, afirmada por ele, se trata de uma questão do passado, porque neste momento com a nova gestão do Prefeito Nélio Aguiar, nós estamos trabalhando exatamente para reconstruir essa imagem. O que realmente nos causou estranheza foi a forma como foi colocada nas redes sociais. A partir do momento que eu digo que um problema não foi resolvido e eu na condição de gestor estadual, como presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará, tenho que compreender e verificar o que o Estado está fazendo por Santarém, para me levar à conclusão que em Santarém não se pode nada.

Jornal O Impacto: Olavo das Neves diz que a não instalação do Distrito Industrial em Santarém é culpa do Município?

Henderson Pinto: Vamos a alguns exemplos aqui. Primeiro, quero falar sobre os assuntos que foram tratados pelo titular da CODEC, através de vídeo no Facebook. Existe um problema que foi detectado desde o governo anterior no título da área onde pode ser instalado o Distrito Industrial e que não foi validado pelo próprio governo do Estado, através da sua Procuradoria Geral. A partir do momento em que o Prefeito Nélio Aguiar assumiu o governo no Município um dos pontos primordiais será resolver esse problema da área de instalação do Distrito Industrial. Nós temos um problema de regularização fundiária em Santarém, que não é uma responsabilidade única do Poder Executivo Municipal, existe a responsabilidade do ITERPA, que é um órgão do Estado. Nós temos uma demanda de anos pedindo para que venha um escritório do ITERPA para Santarém e até hoje não veio. Existe uma demanda recente da vinda da SPU (Secretaria de Patrimônio da União) para se instalar em Santarém, para resolver essas questões, e até o presente momento nós não tivemos esse retorno. Eu me preocupo quando um gestor externa publicamente na rede social, que em Santarém não pode nada; no momento em que estamos trabalhando exatamente dizendo que pode sim. O que nós queremos são investidores que venham para Santarém, que queiram contribuir para desenvolver o nosso Município de forma sustentável, garantindo emprego e renda, bem como dando oportunidade de trabalho para nossa população. Penso que o discurso do nobre presidente da CODEC deveria ter sido feito há alguns anos e não nessa atual gestão, mas eu fico preocupado porque ele é um gestor. Eu não posso dizer, como gestor do Estado, que Santarém não pode nada e que essas outras cidades, citando nomes, podem. Parece-me que cria que até uma situação em que os investimentos que nós estamos querendo trazer pra Santarém vão para outro lugar, o que é totalmente ruim e negativo para nossa cidade.

Jornal O Impacto: Existem muitos entraves do Estado para o desenvolvimento de Santarém?

Henderson Pinto: Eu queria conclamar ao nosso presidente da CODEC, que junto ao Governo do Estado possa estar resolvendo problemas que o governo não resolveu até hoje, que inclusive quero citá-los. É importante a população saber que estão travando inclusive nosso desenvolvimento. Vocês lembram quando o governador Jatene prometeu o Centro de Convenções? Infelizmente o Centro de Convenções não veio, na época teve problema da regularização do terreno que inclusive já foi sanado pelo Prefeito Nélio, mas o Governador já tinha tomado a decisão de não vir mais. Queremos o apoio do titular da CODEC com relação a isso. A questão do Porto de Cargas e Passageiros Hidroviários do Município, que se trata de um porto de caráter regional, quando o Nélio Aguiar era Deputado conseguiu aprovar o empréstimo e o recurso para ser construído, porém, o Governo do Estado tomou iniciativa de tirar esse recurso e hoje o Prefeito está novamente lutando para que o Governador libere de novo. Então, são temas que o titular da CODEC precisa nos ajudar a resolver. Outra questão é a água em Santarém, olha o problema que nós estamos enfrentando nesse momento com a COSANPA, em que se fizermos uma pesquisa hoje com a população, eu tenho certeza absoluta que mais de 80% da população não quer a permanência dessa empresa aqui em nosso Município. O presidente da CODEC deveria estar nos ajudando a resolver esse problema de água em Santarém, que também está travando nosso desenvolvimento.

Jornal O Impacto: O Governo do Estado fechou as portas para Santarém?

Henderson Pinto: Nesse momento Santarém precisa de recursos para incentivar nosso microempreendedor individual (MEI). No ano passado o Governo do Estado liberou 600 mil reais para o Crédito Cidadão, que é a oportunidade que as pessoas têm de gerar emprego e renda e fazer seu próprio negócio. Este ano só estão destinados para Santarém 100 mil reais. Por que o titular da CODEC não nos ajuda a trazer e ampliar esse recurso pra cá? E as obras paradas do município de Santarém, que eu não estou vendo esse esforço do Governo do Estado em resolver; vai resolver só agora próximo do período eleitoral, como é de praxe desse atual Governo Estadual. Por exemplo, o que aconteceu no Ginásio Poliesportivo e no Estádio de Santarém? Antes da eleição de 2014 recomeçaram as obras tanto do ginásio quando do estádio, imediatamente depois da reeleição do então governador Jatene as obras pararam e continuam paradas até hoje. E aí, como é que fica e onde estão os nossos “amigos” que fazem parte do Governo do Estado? Ocupando cargos importantes para nos ajudar? Aqui não estou tratando de uma crítica, mas um contraponto às palavras do nosso coordenador Olavo das Neves.

Jornal O Impacto: Como está a situação da saúde em nosso Município? O Estado está cumprindo com seu compromisso no repasse de verbas?

Henderson Pinto: Na área da saúde, por exemplo, o Governo do Estado mantém o Hospital Regional, mas sabemos que o HRBA é porta fechada, pois todos os pacientes que precisam ir para o Regional vão para o Municipal, ou seja, ocupam espaço de uma paciente que poderia estar sendo tratado no Municipal. Esse é um dos principais motivos da superlotação do Hospital Municipal. Por que o Governo do Estado e os nossos “amigos” não nos ajudam a abrir a porta do Regional, para que os pacientes que chegam dos municípios vizinhos e os que são de Santarém possam ir direto para lá ao invés de irem para o Municipal, dando assim oportunidade para outros? Por que nós não temos a garantia do repasse de mais de 3 milhões de reais que está atrasado em relação aos recursos da saúde? O Governo do Estado deveria repassar esses recursos para Santarém e não está cumprindo. Até hoje estamos pedindo uma audiência com o Governador e não somos atendidos. Na próxima semana vamos reunir com o Secretário de Saúde do Estado, ou seja, uma comissão da Câmara e Prefeitura vai reunir para tratar sobre o serviço de hemodiálise do município de Santarém, que é obrigação do Estado, mas quem está arcando com tudo é o Município e o Prefeito Nélio está pedindo para retornar ao Estado. Eu não posso simplesmente falar (desabafar) só porque eu recebi uma crítica de alguém. O homem público tem que saber receber críticas. Eu recebo críticas e procuro assimilar essas críticas para melhorar minha situação como Vereador do município de Santarém.

Jornal O Impacto: Sobre a situação da regularização fundiária em Santarém, o que você tem a dizer?

Henderson Pinto: Com relação à regularização fundiária no Município, nesse momento existe uma decisão do governo Nélio Aguiar de trazer o Programa Municipal de Regularização Fundiária trabalhado em uma cadeia específica do setor imobiliário de Santarém, onde estamos construindo esse plano. Inclusive vamos realizar o 1º Seminário de Regularização Fundiária, mas o Governo do Estado tem muita força junto ao Governo Federal e não nos ajuda junto ao INCRA e Terra Legal para regularizarmos essas áreas aqui. Então, é essa junção de forças que a gente precisa. Eu não posso admitir que o presidente da CODEC tenha ido às redes sociais dizer que em Santarém não pode nada. Se não podia no governo anterior, o qual ele apoiou na eleição, é uma coisa, mas dizer que não pode agora, é outra. Então, não é o momento certo dessa colocação e eu fiquei extremamente preocupado, porque nós estamos trabalhando justamente nesse momento para atrair investidores para todos os setores, como no turismo em Santarém que é uma vocação, no setor produtivo, na questão dos portos da nossa cidade que estamos avançando nessa discussão. É preocupante a forma que foi colocada pelo Olavo, que me parece que vai se ampliar essa imagem que se tinha de Santarém anteriormente e que nós já começamos a reconstruir. Quero lamentar da mesma forma que o presidente da CODEC fez um desabafo, eu quero também transformar essas colocações em um certo desabafo ao Governo do Estado do Pará, que não tem sido o parceiro que Santarém precisa. Não quero acreditar que seja por questões partidárias, porque quando entramos no poder temos de esquecer o partido e lutar pelo nosso Município e pelo nosso Estado, é o que nós estamos fazendo em Santarém. Então, eu queria dizer à população de Santarém que nosso propósito como Vereador e do Prefeito Nélio é ajudar a desenvolver a cidade. Sabemos dos muitos problemas que estamos tendo, o Prefeito Nélio tem ido quase que semanalmente atrás de recursos, seja em Belém ou Brasília, para trazer recursos e já tem a garantia de mais de 100 milhões de reais para Santarém. Trabalhou incansavelmente para tirar o município do CAUC. O que é o CAUC? É como se o nosso nome estivesse no SPC ou no SERASA. Ou seja, era o nome sujo que o Município tinha e que agora o Prefeito Nélio conseguiu limpar. Com isso, estamos retomando o processo do Hospital Materno Infantil, o projeto da Orla de Santarém que foi garantido pelo Ministro da Integração Nacional para Santarém. Então, eu fiquei extremamente preocupado, mas uma coisa que o titular da CODEC tem razão, é que nós temos que dar as mãos para resolver as questões. Mas dizer que em Santarém não pode nada, com certeza absoluta foi um momento muito infeliz de Olavo das Neves.


Por: Edmundo Baía Junior

Fonte: RG 15/O Impacto

sexta-feira, 5 de maio de 2017

BACIA LEITEIRA – INÍCIO DE UM NOVO CICLO ECONÔMICO.

Hoje começou um novo ciclo econômico na economia de Novo Progresso. O sonho de um produtor rural torna-se realidade. Esse produtor e conhecido pelo nome de  João Borges, atual Secretário de Agricultura do Município de Novo Progresso. A bacia leiteira,  tornou – se  realidade devido o apoio dado pelo Prefeito Macarrão. O prefeito entendeu que  a ideia seria muito boa para a economia de Novo Progresso,   portanto não mediu esforços dando apoio para o Secretária de Agricultura tornar a bacia leiteira uma realidade que estamos vendo hoje.

Não podemos e não devemos esquecer do apoio da diretoria da Coopernova( Daniel – Presidente, Milton- Vice presidente, Odomeno Secretario), sem o apoio da diretoria da Coopernova  não teríamos iniciado a bacia leiteira, também os técnicos da Coopernova Welson e o Vando que trabalharam tanto para o desenvolvimento da logística como na instalação dos tanques.

Foi realizada diversas reuniões com os produtores rurais: Linha Gaúcha, Assentamento Nova Fronteira e Santa Julia, Vicinal Progresso, Bandeirantes, Comunidade São José. Vicinal União, Alvorada da Amazônia e KM – 1000. Nas reuniões com os produtores rurais  estiveram sempre presente o gerente do Banco da Amazônia Sr. José Luiz, Sicredi Sr. Marcos, Banpara Sr. Cleltom e Banco do Brasil Sr. Ricardo

Nas  reuniões com os produtores rurais foi falado da possibilidade da Coopernova se instalar no Município e também foi comentado por cada gerente sobre as linhas de credito. No final de cada reunião todos os produtores rurais presente foram convidados para participarem do projeto bacia leiteira.

Alguns produtores aderiram de imediato a vontade de participarem da bacia leiteira, porém outros não levaram a sério o projeto devido acontecimentos negativos do passado. Porém hoje todos produtores rurais são bem vindos a participar do projeto  porque a bacia leiteira foi criada para os produtores rurais. Informações procure a secretária de agricultura

Não podemos esquecer dos funcionários da Secretária de Agricultura que dentro das suas funções contribuíram para a implantação da bacia leiteira. Tendo os mesmos trabalhado em diversas frentes para que este projeto se tornasse realidade: Gilberto Alvarenga, Cleiton Junior, Arildo Faversani , Keila e Nelson.

A bacia leiteira ira contribuir de maneira significativa para a geração de emprego e renda, tanto no campo como na cidade, possibilitando alavancar a economia em diversos segmentos: agropecuário, supermercados, lojas, restaurantes e bares, bancos, etc.., porque os produtores rurais passarão a ter uma renda mensal e certa. É relevante observar que a bacia leiteira irá possibilitar a manutenção do produtor rural no campo.

A bacia leiteira não e apenas uma conquista do produtor rural. A bacia leiteira é uma conquista de todos munícipes de Novo Progresso.

Escrito por Gilberto Alvarenga

MAIS DE 9 MILHÕES SÃO LIBERADOS PARA SANTARÉM PELO DEPUTADO CHAPADINHA

O deputado federal Francisco Chapadinha (PTN-PA) esteve na Secretaria de Infraestrutura do Município de Santarém para acompanhar de perto os projetos que serão executados a partir da liberação de 9 milhões, 478 mil e 961 reais, provenientes de Emenda Parlamentar de sua autoria.

Cada item dos projetos que estão sendo elaborados, foi apresentado pela equipe da Seminfra, liderada pelo secretário Daniel Simões, que aproveitou para adiantar o asfaltamento de 1 quilômetro e meio da estrada que liga Alter do Chão, em Santarém, até a praia de Pindobal, no município de Belterra. Só para esta obra, Chapadinha liberou recursos de quase R$ 2 milhões. O serviço deve iniciar em julho.

Durante a reunião que teve a presença do prefeito Nélio Aguiar e do vice-prefeito, José Maria Tapajós, foi mostrada uma planilha com 44 quilômetros de ruas que receberão serviços de pavimentação e drenagem, graças aos recursos liberados pelo deputado, por meio de emendas e parcerias com os governos estadual e federal. Algumas já devem entrar em licitação para início das obras.

Só este ano, o deputado Chapadinha disponibilizou R$ 3 milhões que serão utilizados pela Prefeitura de Santarém nos serviços de pavimentação e drenagem da avenida Dom Frederico Costa; R$ 1 milhão e 100, para serviços no bairro Mapiri; R$ 2 milhões para a vicinal Alter do Chão Pindobal; R$ 1 milhão, 170 mil para a praça do Çairé; Um milhão, 649 reais e 219 mil reais para a pavimentação e drenagem de 5 vias do bairro Aeroporto Velho: Travessa Natal, Alameda 31, Rua Magnólia, Travessa Dália e Rua 29; e 464 mil e 142 reais para o serviço na rua Madre Imaculada. No total, são 9 milhões, 478 mil e 961 reais. A Prefeitura entrará com a contrapartida para esses serviços no valor de 1 milhão, 267 mil e 331 reais, ficando as obras orçadas em mais de 10 milhões de reais. “Em poucos meses esse dinheiro será revestido em obras”, disse o secretário Daniel Simões.

Foto: Ronaldo Ferreira

O titular da Seminfra elogiou o empenho do deputado Chapadinha na luta pelo desenvolvimento do município e, principalmente, pela preocupação com a melhoria da infraestrutura da cidade. “O deputado tem sido fundamental para conseguir recursos, e a interlocução política com outros políticos e setores para também encaminharem verbas para nossa cidade”, ratificou.

Desde que assumiu o mandato, Chapadinha não tem medido esforços para contribuir com o município de Santarém, no entanto, algumas barreiras vinham impedindo a utilização dos recursos liberados pelo deputado.
O prefeito Nélio Aguiar anunciou que, agora, Santarém saiu da inadimplência o que possibilitará a retomada de obras de infraestrutura. Para o prefeito, os valores substanciais que o deputado Chapadinha tem alocado, são extremamente importantes para garantir a melhoria das ruas, por exemplo.

ALTER DO CHÃO – PINDOBAL

Na tarde desta sexta-feira, o deputado Chapadinha acompanhou o secretário Daniel Simões na visita a estrada que liga Alter do Chão a praia de Pindobal, em Belterra. Eles foram conferir de perto a situação do local. O deputado cobrou agilidade no início da obra.

A estrada é uma das mais requisitadas pelos moradores dos dois municípios e, também, por turistas.  O projeto para o asfaltamento está em análise na Caixa Econômica Federal e a previsão é que em julho, após o período de licitação, o trabalho seja iniciado.

Chapadinha explicou que os recursos foram alocados no ano passado, no entanto, houve falhas na administração do governo Von e ficaram bloqueados. Agora, a verba está liberada para ser utilizada no serviço de pavimentação. “A gente está fiscalizando, passo a passo, porque queremos um serviço de qualidade e que tenha durabilidade”, disse Chapadinha.

O deputado vai em busca de recursos para que o restante da estrada, que está no município de Belterra, também seja contemplado. “Nós vamos em busca de parceria, porque nossa intenção é fazer toda a estrada”, acrescentou.


Além de asfalto, estão incluídos serviços de drenagem e sinalização. “A expectativa é que nesta atual gestão municipal muitas obras sejam realizadas com recursos que trabalhamos para serem viabilizados, e que contemplam a população de todo o município de Santarém”, finalizou o deputado Chapadinha.


terça-feira, 25 de abril de 2017

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domingo, 23 de abril de 2017

TENSÃO COM A COREIA DO NORTE: O MUNDO PODE ESTAR PRÓXIMO DA 3ª GUERRA MUNDIAL?


A tensão entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte aumentou recentemente, com agressões e advertências verbais, além de alguns movimentos militares, o que gerou uma preocupação sobre uma nova crise entre duas potências nucleares.

Veículos de comunicação como o jornal americano em  The New York Times em e o britânico em The Guardian em chegaram a citar a possibilidade de um conflito e compararam o momento atual como a Crise dos Mísseis de Cuba, de 1962. Afinal, seria essa a crise nuclear mais preocupante em 50 anos? 

Especialistas ouvidos pela BBC divergem sobre as chances reais de um confronto mais acirrado - e potencialmente destrutivo - entre Washington e Pyongyang. 

Há um consenso de que a solução militar não seria a melhor para as diferenças entre os dois países e que, assim como fizeram soviéticos e americanos há quase 55 anos, Donald Trump e Kim Jong-un resolverão seus problemas na mesa de negociações. 

O conflito 

A crise atual se intensificou em 8 de abril, quando, após um teste de míssil frustrado pela Coreia do Norte, Trump disse ter enviado uma "armada muito poderosa" para a península coreana, uma referência ao porta-aviões USS Carl Vinson e a um grupo tático.

Por sua vez, o Exército norte-coreano exibiu no último fim de semana seu arsenal militar e tentou fazer um novo teste de mísseis de médio alcance. O exercício falhou novamente - o dispositivo explodiu pouco após o lançamento. 

Estava marcado para o mesmo dia o início de uma visita do vice-presidente americano, Mike Pence, à Ásia, que tem a Coreia do Norte como um dos principais temas de sua agenda. "A era da paciência estratégia (com Pyongyang) terminou", disse ele na segunda-feira, em visita à Coreia do Sul.

A resposta da Coreia do Norte foi breve, vinda de um alto diplomata do país: "Se os Estados Unidos planejam uma ofensiva militar, vamos reagir com um ataque nuclear preventivo".

A escalada de tensão alcançou um nível já considerado por alguns como a maior ameaça nuclear em 50 anos. O The New York Times classificou como uma "Crise dos Mísseis de Cuba em câmera lenta". "Quando as ambições nacionais, o ego pessoal e um arsenal mortífero se misturam, as possibilidades de erro de cálculo se multiplicam", disse o jornal.

Já o The Guardian afirmou que "nesse momento, a maioria das armas nucleares do mundo estão nas mãos de homens para quem a ideia de usá-las está se tornando factível", numa referência a Jong-um,  Trump e o presidente russo, Vladimir Putin.
Em Cuba, o episódio é lembrado como a "Crise de Outubro". No dia 15 deste mês em 1962, um avião espião dos EUA descobriu instalações na ilha que pareciam corresponder a mísseis nucleares de médio alcance, o que fez o governo de John F. Kennedy cercar Cuba imediatamente, enquanto navios soviéticos avançavam rumo à ilha.

Entre 22 e 27 de outubro daquele ano, o mundo experimentou o que era sentir-se à beira de uma guerra nuclear. Finalmente, negociações entre Moscou e Washington permitiram que o arsenal nuclear instalado na ilha voltasse à Rússia, enquanto um furioso Fidel Castro culpava os soviéticos de terem negociado pelas suas costas.

O prêmio Nobel da Paz e físico a favor do desarmamento nuclear Joseph Rotblat qualificou a crise dos mísseis como "o momento mais aterrorizante" da sua vida. Seria a crise atual o momento mais crítico desde então?

Sobrevivência 

Para Bates Gill, especialista em relações entre Estados Unidos e Ásia da Universidade Nacional da Austrália, trata-se de um pico da tensão nuclear em décadas.

"A situação mudou drasticamente nos últimos três anos por causa do desenvolvimento de armas nucleares pela Coreia do Norte, e isso pede uma abordagem diferente, com urgência", afirma ele, para quem "a expectativa da administração Trump de esperar que a Coreia do Norte se desfaça de seu arsenal nuclear claramente não funcionou".

Em contrapartida, Robert Einhorn, especialista em segurança e política externa do Instituto Brookings, de Washington, afirma que hoje nos encontramos "muito longe de estar à beira de um confronto nuclear como em 1962". "Não é tão preocupante como muitos dizem, mas a situação é claramente tensa por causa das declarações da Coreia do Norte", diz.

Ainda que não acredite na possibilidade de uma guerra nuclear, Einhorn afirma que "será muito difícil que o governo de Trump convença os norte-coreanos a eliminarem seu programa nuclear". O especialista afirma que, para Pyongyang, essas armas são consideradas garantias da sobrevivência do regime.

Apesar de afirmar que o momento atual reflete a maior tensão entre as duas potências em décadas, Gill diz que a crise diplomática não se resolverá com mísseis por duas razões: as declarações do governo de Trump e a pressão que a China pode exercer sobre Pyongyang.

"Duvido de uma guerra nuclear. O governo Trump vem declarando querer esgotar todos as vias diplomáticas e pacíficas. A opção militar seria a última, a menos que exista uma ameaça iminente."

Depois da crise em Cuba, Estados Unidos e União Soviética só voltaram a acender o sinal de alerta nuclar em 1983, com uma série de exercícios militares da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), tidos pela Rússia como um possível ataque atômico. Soviéticos preparam mísseis e alertaram suas bases na Alemanha Oriental e na Polônia.

O incidente teve uma repercussão menor que a crise cubana, mas ainda é considerada por historiadores como a maior relacionada a armas nucleares desde 1962 - até agora.